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    A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), assegura a todo cidadão o direito à vida, à cidadania, à saúde e ao bem-estar físico, psíquico e social. No entanto, o cenário visto pela judicialização da saúde, no Brasil, impede que isso aconteça na prática, devido a má distribuição dos recursos destinados para os hospitais e, também, da educação da país que não conscientiza a sociedade das consequências relevantes dessa situação.
      Cabe, a princípio, diagnosticar uma das causas desse problema. Para o sociólogo Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto que se encontra, a saber quais são suas origens e as condições de que depende. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de que certos setores da sociedade melhorem, a exemplo da fiscalização tributária nas câmaras políticas, para que haja uma criteriosa examinação sobre para a onde estão indo os recursos destinados à saúde do cidadão. 
       Ademais, é indiscutível que o ensino escolar poderia ser uma ferramenta interventiva de caráter positivo sobre essa problemática. Entretanto, ainda faltam medidas efetivas por parte das autoridades competentes para que essa conduta seja alterada. Nesse contexto, conforme o pensamento de Nelson Mandela, de que apenas a educação é capaz de mudar o mundo, encontra-se deturpado, à medida que os investimentos destinados ao ensino médio e fundamental são insuficientes e, ao mesmo tempo, não são direcionados ao combate de desastres sociais, segundo a revista Veja.
        Diante dos fatos supracitados, portanto, faz-se necessário que o governo em parceria com Conselho Regional de Medicina financie projetos educacionais relacionados à judicialização da saúde brasileira, por meio de uma ampla divulgação midiática, que inclua propagandas televisivas, entrevistas jornalísticas e debates sociais. Além disso, é necessário que programas, como o Sistema Único de Saúde (SUS), continue fornecendo o atendimento integral e gratuito para todas as doenças raras. Assim, determinada atitude contribuíra para a qualidade de vida de todos.