O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

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    Discute-se muito, no Brasil, a respeito do impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar. Com base nessa ideia, é possível observar que a crescente industrialização na sociedade influenciou uma visão consumista que permitiu a criação e a utilização desses produtos. Do mesmo modo, percebe-se que a população contemporânea sofre com problemas de saúde, como hipertensão e diabetes. Diante desse quadro, deve-se buscar o atendimento de nutricionistas fornecidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) para os brasileiros.
          Em primeira análise, a intensa industrialização possibilitou a criação e o consumo dos alimentos ultraprocessados. Esse fato é decorrente de que na década de 1930, o presidente brasileiro Getúlio Vargas focou parte considerável da verba pública nacional em indústrias de base que contribuíram para o cenário industrializado contemporâneo. Por conseguinte, a sociedade consome diariamente esses produtos, como biscoitos recheados e refrigerantes, que não são saudáveis para os seres humanos.
          Entretanto, analisa-se que a população contemporânea sofre com problemas de saúde, como a diabetes. Esse problema ocorre porque, ainda que a sociedade consuma 84% de arroz e 72,8% de feijão, segundo dados publicados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o uso dos produtos ultraprocessados aumenta cada vez mais. Consequentemente, os brasileiros adquiriram aumento da taxa de gordura corporal e diversas doenças, como a hipertensão devido ao alto teor de sódio desses alimentos.
          Portanto, é imprescindível que o SUS (Sistema Único de Saúde) forneça o atendimento de nutricionistas para a sociedade. A fim de atenuar o problema, o Ministério da Saúde deve criar um programa nacional para guiar a população a seguir uma dieta saudável, por meio de assistência de diversos agentes da área da saúde, como médicos, para que os brasileiros possam desenvolver uma ótima qualidade de vida.