O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

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    Um dos objetivos do processamento é o aumento do prazo de validade dos alimentos, técnica que é utilizada há muito tempo pelo homem. Porém, com o advento da tecnologia, as indústrias passaram não só a conservar, mas a criar alimentos mais práticos e que trazem mais satisfação. Todavia, esses produtos não necessariamente suprem as necessidades nutricionais do  ser humano.
       Primeiramente, é importante salientar como esses produtos artificias contribuem para o surgimento de problemas como a obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer. A baixa qualidade nutricional desses alimentos é um dos fatores que contribuem para os efeitos negativos na saúde. Além dessas comidas conterem grandes quantidades de açúcar, sal, gorduras entre outras substâncias que em excesso prejudicam o organismo. 
       Ademais, o Guia Alimentar da População Brasileira indica que os alimentos ultraprocessados devem ser excluídos da dieta. Porém, essa cultura de consumir produtos artificiais está muito associada a praticidade de ingerir o alimento e ao elevado grau de satisfação, o que torna-se algo difícil de mudar. Além disso, o que muitas vezes acontece é a banalização das consequências do consumo desses produtos. As empresas responsáveis pela produção dessas comidas não preocupam-se tanto em divulgar amplamente as substâncias utilizadas nesses preparos. Tal situação faz as pessoas duvidarem dos reais malefícios desses produtos, o que é um grave problema. 
       Portanto, é imprescindível que o Ministério da Saúde faça uma maior divulgação do Guia Alimentar através de campanhas nos meios de ensino e na mídia, para então garantir uma maior visibilidade das consequências da ingestão de ultraprocessados. Assim, garantindo a formação de consumidores mais conscientes no Brasil.