O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

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    Na idade da pedra polida, era muito difícil conseguir alimentos, primeiramente, o homo sapiens carecia de fabricar ferramentas para utilizá-las ao seu favor, e depois era preciso ir à caça, com o risco de morrer por um predador feroz, então, seria preciso manusear o fogo para cozinhar o alimento. 
               Hoje em dia, os alimentos estão em fácil acesso, sendo possível conseguir inúmeros deles em qualquer esquina, ou simplesmente apertando algumas teclas no seu celular, mas, muitos desses não são saudáveis, nem sequer deveriam ser chamados de comida.
                Excesso de sal, gordura e açúcar, sempre na moda e aparecendo em todos os lugares, com ajuda da mídia tentando propagar isso como sendo usado em momentos de "celebração", e sempre tentando associá-los com felicidade, amizade e confraternização. Geralmente o público alvo dos mesmos são sempre as crianças e adolescentes, consumidores assíduos de "fast-food", público facilmente manipulado por comerciais. Entretanto, essa brincadeira pode sair bem cara. 
                 O risco de desenvolver doenças cardiovasculares ou diabetes do tipo 2 nesses consumidores é grande, pois os industrializados possuem mais açúcar ou gorduras do que o necessário para nosso organismo, fora os riscos de obesidade, quando os mesmos são vinculados ao sedentarismo e ao consumo dos mesmos em excesso. 
              A falta de uma nutrição adequada recentemente já pode ser vinculada com casos de depressão, ou até mesmo câncer. Fora doenças de sangue como anemia, ou carência de vitaminas.
              Deveriam existir regulações mais severas por parte do Ministério Público, e o desenvolvimento de "PSA's", propagandas que visam alertar o público dos perigos de alguma coisa de forma chocante ou até mesmo assustadora, muito comuns no exterior.
                 Campanhas estimulando os pais a regularem melhor a alimentação dos filhos seriam eficazes, e deveriam ser feitas com mais frequência.