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    O século XIX foi um período crucial para a sociedade, uma vez que as diversas revoluções de âmbito social e político, somadas aos avanços científicos dessa época, mudaram drasticamente a qualidade de vida, o que favoreceu uma acelerada expansão populacional em todo mundo. Não obstante, o aumento da demanda por alimentos causada por esse crescimento auxiliou a popularização dos alimentos ultraprocessados no mercado, que apresentam riscos para a saúde e o progresso nacional por sua composição nutricional desfavorável. 
            A priori, essas comidas afetam principalmente indivíduos jovens, já que os sabores propositalmente viciantes e o baixo custo de compra despertam interesse nesse grupo e seus genitores, que ignoram a presença baixos níveis de nutrientes. Por conseguinte, esse grupo social fica vulnerável à complicações cardiovasculares, uma vez que ao ingerir regularmente esses alimentos os riscos de infarto aumentam em 12% e os de AVC em 11%, de acordo com uma pesquisa da USP. 
           A posteriori, a presença dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileira afeta diretamente a economia nacional, dado que os problemas de saúde causados afetam a produtividade do trabalhador. Ao comprometer sua integridade corporal, os membros da População Economicamente Ativa ficam suscetíveis a doenças e incapacitações físicas, o que reduz sua eficiência no trabalho e, posteriormente, uma estagnação na produção de produtos e oferta de serviços em território nacional. 
              Em suma, é vital que o Estado adote medidas para combater esse problema, visto que afeta diretamente a população brasileira. O governo deve criar mecanismos para incentivar a produção de comidas mais saudáveis pela indústria alimentícia, como a criação de uma tabela que estipula valores nutricionais mínimos que precisam estar presentes em alimentos industrializados, e a aplicação de multas e confiscamento de itens que não estão dentro dos padrões definidos.