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    A Organização Mundial da Saúde(OMS) tem como recomendação evitar o consumo dos ultra processados, ou seja, pseudo-alimentos pobres em nutrientes e vitaminas, contudo ricos em sais, gorduras e açucares. Tendo como premissa uma alimentação mais rápida e duradoura, esses alimentos ganham cada vez mais espaço a medida que o tempo encurta, levando as pessoas a não mais julgarem a qualidade do alimento, e sim sua facilidade, e uma de suas consequências são problemas  de saúde como diabetes, hipertensão  e em maior grau a obesidade. 
      Em primeira análise, dados de uma pesquisa feita pela BBC revelou que 7 em cada 10 brasileiros optam pelo preço em detrimento do seu valor nutricional no ato da compra, e isso demonstra um despreparo e desconhecimento sobre as necessidades biológicas básicas do organismo humano por vitaminas essências e nutrientes, levando assim ao desenvolvimentismo de doenças crônicas como a hipertensão causada pelo consumo  excessivo de aditivos químicos como o sal, que tem como algumas de suas funções, melhorar seu gosto, estimular o organismo a querer mais e ainda é conservante.
      Outrossim, o despreparo da população brasileira é até certo ponto incoerente, pois o próprio Ministério da Saúde(MDS) lançou uma cartilha chamada de "Guia alimentar para a população brasileira" e tal documento é de necessidade social imprescindível, pois o conhecimento sobre os alimentos, suas funções e quantidades são uma forma de profilaxia importante tanto individualmente quanto para o governo, logo evitando certas doenças e assim tendo verbas que antes seriam gatos em tratamentos de doenças mais evitáveis e assim focar nas demais necessárias.
      Em síntese, se faz necessário um papel mais incisivo do MDS na questão da saúde diária da população. É ideal  que haja uma melhor divulgação da cartilha nas mídias como TV abertas e redes sociais e que ela seja alvo de projetos universitários para a população, onde por meio de subsídios da reitoria vindos do próprio MDS junto ao da educação, os estudantes possam ir as comunidades de suas respectivas cidades entregarem resumos da cartilha e a explicarem como um todo, fazendo assim esse conhecimento seguir a diante. E que no ensino básico os fundamentos de nutrição seja um dos alvos da educação para que assim, as crianças possam crescer saudáveis  e aptas para mudarem essa realidade social.