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    É notório que os Estados Unidos é um dos países que possui o  maior índice de pessoas com obesidade, devido ao consumo excessivo de fastfood e alimentos industrializados. Já no Brasil, esse consumo de alimentos ultraprocessados não chega ao mesmo nível, porém, está ganhando destaque no decorrer dos anos, causando impactos na alimentação e consequentemente na saúde do brasileiro. 
     Primeiramente, os alimentos ultraprocessados são ricos em gorduras, sal açúcar, conservantes, entre outros ingredientes. Esses componentes consumidos em grande quantidade causam inúmeros problemas à saúde, como exemplo a hipertensão e diabetes, que estão sendo doenças comuns no Brasil. Alguns alimentos são indispensáveis para muitas pessoas, como os biscoitos recheados, salgadinhos, chocolate e principalmente o refrigerante. O fato deles serem consumidos em excesso que geram os devidos problemas, pois se houver um controle alimentício desses alimentos terá uma probabilidade menor de ocorrer essas consequências.
     De acordo com a revista Veja, uma pesquisa realizada em São Paulo relata que 80% da população ingerem alimentos ultraprocessados porque é um meio mais rápido e prático. As pessoas preferem, por exemplo, comer um salgadinho no lanche, um fastfood durante a noite e também sempre ter que acompanhar as refeições com alguma bebida, como o refrigerante. Como diz Confúcio, "Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.", assim, se a população brasileira não corrigir e moderar a alimentação com alimentos ultraprocessados, acarretará problemas na saúde. 
     Portanto, medidas são necessárias para combater esse impasse. Como diz Immanuel Kant, " O ser humano é aquilo que a educação faz dele", então o Ministério da Educação e da Saúde devem se mobilizar e realizar palestras dirigidas por nutricionistas, para que possam ensinar a população em como se alimentar melhor e como saber moderar o consumo de alimentos ultraprocessados, assim, evitando possíveis futuras doenças.