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    Os alimentos ultraprocessados são fortemente inseridos no dia a dia do brasileiro pelo preço bem acessível e seu fácil alcance. Isso é um dos efeitos da globalização perversa, citada por Milton Santos. A população cresce desenfreadamente, mas os alimentos produzidos naturalmente não conseguem alimentar todas essas pessoas. Assim, os ultraprocessados acabam com esse problema facilmente, por serem baratos e não necessitarem de grandes preparações. Outro problema é a correria que é enfrentada por estudantes e trabalhadores, que fazem com que um pacote de bolachas ou salgadinhos resolvam a fome rapidamente.
    
          Em 2019, a produção que o mundo pode capacitar de alimentos foi encerrada em agosto. O mundo não é capaz de sustentar a quantidade de pessoas que habita, e os alimentos que são plantados e cultivados sem agrotóxicos, bem como os animais sem hormônios, tem um preço extremamente elevado. Isto faz com que a alimentação, mesmo que comprada sem preparos, não seja muito saudável.
    
          Os ultraprocessados alimentam a população de extrema pobreza diariamente, por serem acessíveis. A preocupação com a forma de produção dos alimentos não tem sido muito relevante, já que quando a qualidade é melhor o preço é maior. Assim, os ultraprocessados são uma solução fácil e veloz para as grandes fomes. Isso se enquadra também àqueles que não tem tempo de produzir o próprio alimento. Desta maneira, se tornaram tão populares e formaram raízes tão fortes a alimentação diária do brasileiro.
    
          Como solução, podemos citar uma busca pelo fornecimento acessível de comidas mais saudáveis, assim como uma educação para crianças que expliquem adequadamente a importância de uma dieta balanceada. A importância da alimentação adequada deve ser ressaltada, assim como devia ser fornecida igualmente para as diferentes camadas da população. A busca por processados saudáveis também é interessante, sendo que várias empresas já investiram neste mercado.