O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

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    A mesa do brasileiro
    
    
                A vida moderna trouxe mudanças no cotidiano de todos nós. A hora da refeição com tempo para digestão tranquila e a comidinha caseira ficou para trás. Principalmente para quem trabalha longe da residência, foi necessário adaptar-se ao almoço fora de casa, muitas vezes caro, inviabilizando a boa mesa. Além disso, o aumento das ofertas de novos produtos alimentícios de preparo rápido, mudou hábitos alimentares de muitos brasileiros para pior, chegando a prejudicar a saúde desta população.
    
                A indústria alimentícia  apresenta cada vez mais alimentos processados, que são palatáveis e capturam pelo excesso de açúcar e sal o gosto de crianças e adolescentes. Os adultos também são seduzidos pela praticidade da comida semi pronta, congelada dos balcões dos supermercados que rapidamente vão do fogão à mesa. Esse tipo de alimento também é comum nos lanches dos alunos cheios de bolachas recheadas, bolinhos com sabor artificial e mini refrigerantes. A falta de conscientização dos problemas que essa alimentação causa à saúde das pessoas faz com que esses produtos sejam consumidos mais do que seria conveniente.
    
                      É necessário que haja políticas públicas para esclarecimento da população sobre o perigo do consumo diário de alimentos com excesso de sódio, açúcar e estabilizantes. As escolas são ótimos ambientes de esclarecimento e podem incentivar o consumo de alimentos frescos e integrais seja na própria merenda servida ou através de pesquisas nos trabalhos escolares. Fazer pressão para que a indústria diminua os componentes nocivos como o açúcar nos refrigerantes e "sucos" também ajuda a minimizar os estragos na saúde.