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    No que se refere à questão da presença dos ultraprocessados na alimentação brasileira, pode-se afirmar que esta promove diversos prejuízos à saúde humana, tendo em vista que não só são nutricionalmente não indicados, como também aumentam o risco de obtenção de doenças. Sob esse aspecto, convém analisar causas, consequências e possível solução para o impasse.      
          Inicialmente, pode-se dizer que o Brasil sofre grande influência de um dos reconhecidos produtores de ultraprocessados, os EUA. De acordo com os livros de história, nos conflitos mais recentes, como é o caso das guerras mundiais e guerra fria, ambos os países possuíam uma política de vizinhança. Isso influenciou diretamente nos hábitos nacionais brasileiro, repercutindo nos filmes, moda e, conforme o tema, nos aspectos alimentares. Com tal oferta estadunidense, a demanda vem aumentando por serem rápidos e práticos, porém, são escassos em nutrientes e altamente calóricos.
          Ademais, esses alimentos possuem teores de gordura, sal e açúcar em escalas alarmantes, que, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), diversos problemas podem ser desencadeados, como por exemplo: anemia, doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, cálculos renais, entre vários outros.                  
    
          Dessa forma, cabe ao governo, em consonância com as escolas, informar a população por meio de campanhas publicitárias e palestras educativas acerca dos malefícios trazidos com o uso de ultraprocessados. Espera-se, com isso, uma diminuição efetiva do consumo e, consequentemente, dos impactos também.