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    Com o advento da industrialização e novas tecnologias, os ultraprocessados se tornaram uma realidade na alimentação humana. O novo padrão de vida urbano leva a necessidade de comidas práticas e rápidas, além do preço acessível. Contudo, tais hábitos vem mostrando impactos negativos na saúde da população brasileira, visando uma intervenção preventiva na alimentação e alertas acerca do assunto.
               Em primeiro plano, é necessário ressaltar que é um direito humano a alimentação adequada, e tal falto não se volta somente a quantidade mas inclusive a qualidade. Entretanto, grande empresas de "Fast food", por exemplo, não priorizam a saúde humana mas sim a lucrabilidade e a celeridade da produção, sendo assim necessário uma intervenção do estado em relação a distribuição de tais alimentos e também a conscientização social acerca do assunto.
    
                Outrossim, segundo dados da Associação brasileira de nutrologia (Abran), as vendas de ultraprocessados estão crescendo rapidamente em todo o mundo, especificamente no Brasil, onde o crescimento é de 2,1% ao ano. Com isso, o consumo precoce de tais alimentos desempenhou um papel no aumento de gorduras abdominais em crianças e correlação da alimentação e surgimentos de câncer.
    
                   Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o Ministério da Saúde realize campanhas publicitárias, por meio de profissionais capacitados, alertando acerca do problema alimentar e suas consequências na saúde, e também a adoção de medidas como uma maior tributação e restrição de comercialização de ultraprocessados para desencorajar o consumo. Além disso, é necessário implementar na grade curricular de escolas públicas e privadas, dentro da matéria de biologia, a relevância de uma boa alimentação dentro do organismo humano, visando, assim, o aumento da qualidade de vida dos brasileiros.