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    Antes, não existia certa tecnologia relacionada aos alimentos, tempos atrás os alimentos não eram ultraprocessados, ao contrário de hoje. Diante disso há uso de muitas substâncias em sua fabricação, as quais são prejudiciais à saúde, principalmente àqueles que têm maior probabilidade de consumo de tais.
      Para que houvesse praticidade e satisfação, indústrias começaram a utilizar substâncias sintetizadas, além disso, produtos como: sal, açúcar e azeite. Com isso, fizeram com que as refeições fossem mais apetitosas e com aparência chamativa. Entretanto, tais técnicas trouxeram consequências para o povo em questão de saúde, como: doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, hipertensão, entre outras.
      Posto isso, uma pesquisa efetuada por Ana Lídia Sawaya - professora da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) - vinculada ao consumo de ultraprocessados, diz que crianças, ao realizá-lo, desenvolveram vício alimentar. Com efeito, o número de crianças obesas cresceu dez vezes nas últimas quatro décadas.
      Tendo em vista as consequências dos alimentos ultraprocessados é preciso que medidas sejam tomadas pela própria população, como campanhas nutricionais informando como são feitos tais processos. Além disso, as indústrias alimentícias devem produzir alimentos in natura,  levando em conta o sabor e a praticidade. Depreende-se, portanto, o mantimento da saúde populacional e prevenção de mortes desnecessárias.