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    A alimentação de ultraprocessados tomou uma grande proporção na vida de famílias brasileiras e se tornou algo normal e habitual.  A praticidade e comodidade que temos com bolachas, macarrões instantâneos, refrigerantes, faz com que muitas vezes esqueçamos as suas propriedades e os possíveis danos que podem causar em nossa saúde.  
     Os mesmos são aqueles que estão prontos para o consumo, alguns necessitam de aquecimento, outros não. Sua formação é feita de substâncias extraídas de alimentos,  de forma totalmente industrial, com o desígnio de tornar-los mais cativantes, duradouros e acessíveis, intenções essas que fazem a população  inserir estes alimentos em sua vida. Porém por serem industrialmente criados, há muitos pontos negativos sobre os mesmos, segundo o British Medical Journal (BMJ) os ultraprocessados elevam o risco de doenças cardiovasculares, além disso muitas outras pesquisas como as da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que o aumento de peso e obesidade estão ligados a alta ingestão de alimentos com baixos nutrientes, como os ultraprocessados.  Isso é preocupante, levando em conta que a maioria da população não faz ideia de seus riscos a saúde.
     É necessário que aja uma maior conscientização sobre os ultraprocessados, afinal muitos não sabem quais são suas composições, e seus possíveis prejuízos, os fabricantes deveriam deixar mais claro nos rótulos e comerciais como ocorre a verdadeira fabricação. A melhor coisa é sempre optar pelo natural e saudável, consultar o nutricionista e estar sempre cuidando de sua alimentação e saúde.