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    A partir da Primeira Revolução Industrial, originada na Inglaterra, houve um crescimento da indústria alimentícia. Dessa forma, a partir do século XX, nota-se um aumento na produção de alimentos, principalmente os ultraprocessados. Por consequência, há uma alta na ingestão desses produtos, tais como os fast-foods, os quais, ao serem consumidos em excesso, afetam negativamente a saúde das pessoas.
       Em primeiro lugar, salienta-se que os alimentos ultraprocessados possuem altos índices de gorduras, açúcar e sódio. Em contrapartida, eles são deficientes em outros nutrientes, como vitaminas e fibras. Sendo assim, a ingestão desses produtos, além de não resultar em uma dieta balanceada, contribui para o aparecimento de doenças como obesidade, diabetes e pressão alta. Logo, causam prejuízos à saúde do consumidor. 
        Ademais, destaca-se que a utilização desses produtos está relacionada ao aumento da indústria, a qual investe em comerciais chamativos para atrair os cidadãos. Não somente, ela também facilita o acesso a essas mercadorias, que são encontradas em qualquer supermercado, além de não realizar alertas aos usuários sobre os riscos decorrentes do consumo do produto. 
        Sendo assim, de forma a resolver esse impasse, algumas medidas devem ser tomadas. Logo, os deputados federais devem aprovar uma lei que restrinja a veiculação de propagandas alimentícias, de modo a diminuir a influência destas sobre a população. Ademais, o Ministério da Saúde deve divulgar, nos canais de comunicação, vídeos feitos por médicos e nutricionistas que alertem a população sobre os impactos da ingestão de alimentos ultraprocessados na dieta.