O impacto dos ultraprocessados no padrão alimentar brasileiro.

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    Estudos  realizados  sobre a alimentação e os impactos ambientais  mostra que as dietas monótonas, com elevado consumo de carnes e alimentos ultraprocessados, pioram o quadro de segurança alimentar e degradam os ecossistemas.
            Fundamentou-se uma metodologia para medir o impacto ambiental da dieta da população brasileira, para isso compararam o consumo médio de alimentos, com o que preconiza o Guia alimentar para a população brasileira. Entre as conclusões, seguir o que diz o Guia alimentar para a população brasileira é a fórmula do sucesso. Quanto menos carnes e ultraprocessados, melhor para o meio ambiente.
          O maior consumo de carnes apresentou as pegadas mais altas. O maior consumo de ultraprocessados apresentou pegadas comparáveis ao consumo médio. Então se 200 milhões de brasileiros adotassem a dieta saudável, eles reduziriam as emissões em 45 milhões de toneladas de carbono.
         Ou seja, nunca é demais para lembrar de se alimentar de forma saudável, garantindo a preservação dos recursos naturais e para a segurança alimentar no longo prazo e alguns impactos ambientais podem representar riscos de desabastecimento da água e alimentos ou torná-los impróprios para o consumo.