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    A partir da Terceira Revolução Industrial, houve um processo de industrialização dos alimentos, tornando-os cada vez mais processados, visando uma conservação maior. Entretanto, muitos brasileiros têm adotado esses alimentos em alimentação. Porém, isso pode gerar grandes riscos à saúde, pelo fato dos conservantes. Esses ultraprocessados também podem gerar um comodismo a população, já que eles estão "prontos" e de fácil acesso as prateleiras nos supermercados. 
         Com a chegada dos alimentos processados, muitos brasileiros têm aderido a ideia de ingressá-los a sua refeição. Pois, são de fácil acesso e facilita no tempo de preparo, já que na maioria das vezes estão quase prontos para comer. Entretanto, se for analisar os rótulos de muitos, pode-se perceber que existem grandes quantidades de sódio, açúcares, gorduras...para aumentar a conservação. E ingerindo esses alimentos com frequência, pode acabar desencadeando alguma doença como: diabetes , colesterol alto, hipertensão...por serem nutricionalmente desbalanceados.         Contudo, esse acesso fácil aos alimentos "prontos" pode gerar um comodismo aos seres humanos. Devido a rotina corriqueira do dia a dia, e falta de tempo para o preparo do próprio alimento. E por isso as pessoas buscam por alternativas mais rápidas. Entretanto, o comodismo vinculado com a falta de atividade física e alimentos ultraprocessados na dieta , é levar a saúde ao declino. E segundo a escritora Andréa Taiyoo: " preservar a saúde é, preservar a vida."
       Portanto,para minimizar os impactos gerados dos alimentos ultraprocessados na alimentação dos brasileiros, é preciso que que haja uma divulgação de dados em mídias sociais, por parte do Ministério da Saúde, incentivando os consumidores a analisar os rótulos das embalagens. Assim também, poderá relatar quais os riscos de doenças, caso o consumo desses produtos seja corriqueiro. E ainda, nestas mesmas divulgações ,deverá conter  incentivos a prática da atividade física para combaer o comodismo.